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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Puberdade capitulo 4



Daniel: A minha relação amorosa com Patrícia começava a passar para um nivel mais sério. Eu estava completando dezoito anos de vida. E tinha que me alistar no exército. Por algum motivo o capital do exército tinha medo de mim. Eu não sei se foi pelo fato de ele ser um nanico ou de ter visto eu brigando fora do exercito e ficado com medo. Mais ele nunca conseguiu me encarar nos olhos.

Capital Jovosck: Senhoras sejam bem vindos ao campo de treinamento do exército. Aqui vocês iram comer o pão que o Diabo amaçou. Irão aprender a serem homens de verdade. Esqueçam suas mamães porque apartir de agora, suas casas são aqui. Durante três semanas vocês irão aprender a servir o nosso país.

Daniel: Foram três semanas longas e torduosas. Eu queria ver a Patrícia a qualquer custo mais não podia. Quando acabou finalmente dei pulos para o alto. Fiquei feliz de ter me livrado
do Capital Jovosck. Um russo muito do metido que nem deveria fazer parte do exercito brasileiro e sim do russo. Quando voltei para casa minha família me abraçou como se tivesse passado longos dias fora de casa. E mesmo suado passei em uma joaleria e entreguei para comprar a jóia que me tornaria mais próximo e comprometido da Patrícia. Um anel de noivado, que coloquei no dedo dela torçendo para que aceitasse. Ela me deu um abraço apertado e um beijo bem apaixonado.

Patrícia: Meu amor, essa jóia é tão bonita. Eu aceito sim me casar com você.
Daniel: Eu te amo tanto Patrícia nunca iria me afastar de você.


Daniel: Max meu amigo de infância foi o quarto a saber tirando Patrícia e minha família. Entretanto na vida do meu melhor amigo havia momentos para viver a infelicidade. Max era muito irresponsável e isso acabou deixando - o em uma cadeira de rodas. Foi ai que ele se feichou para o mundo. Era dificil encontra - lo na faculdade. Ele não queria falar com ninguém.
Eu e patrícia o animavamos de vem em quando. E foi dificil ele sair da depressão, mais conseguiu. Se casou até mesmo antes de mim com uma antiga namorada de infância a quem nunca esqueçeu.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Puberdade Episodio 3



Daniel: Quando começei a malhar usei tudo que tinha no meu quarto. Até a talba de passar era vítima da minha vontade de ganhar maça corporal. Aquilo começou a se tornar uma obsessão. Eu malhava horas e horas dentro do quarto. A única refeição que fazia durante o dia era o café da manhã. Foi então que no dia seguinte começei a subir pelas paredes. As revistas da playboy não supriam minhas vontades sexuais. Eu precisava afogar o ganso rápido.

Daniel: Que droga Max, já faz um tempão que eu tento paquerar as garotas e não consigo. Eu já estou com quinze anos e nada.
Max: Vai ver essa sua cara de cruz credo. Espanta até assombração.
Daniel: Não teve graça. A minha vontade é tanta que daqui a pouco eu vou virar o homem - aranha de verdade.
Max: Se é essa a vontade que você tem eu vou te levar em um lugar.
Daniel: Aonde?
Max: Em uma boate que serve de fachada para o Clube de Strepetease.
Daniel: Estrepetease? Puro estrepetease?
Max: Pois é.

Daniel: A única vez que ouvi falar em estrepetease foi no filme que na época era tão censurado que até as falas dos personagens eram redubladas.

Daniel: Mais quando você vai me levar?
Max: Amanhã a noite, mais você precisa descolar duzentos reais. Precisamos fazer identidades falsas para entrar como maiores de dezoito.
Daniel: Tudo bem, eu tenho as minhas economias.
Max: Ótimo.

Daniel: Indentidades falsas? Cara eu me sentia como se estivesse fazendo o papel de um espião procurado pela CIA. No dia seguinte a noite quando fomos ao Clube
tivemos a maior surpresa de nossas vidas?

Daniel: Max, olha. Aquela é a Patrícia. Ela trabalha aqui?
Max: É mesmo Daniel, agora será que ela faz o serviço completo ou só dança?
Daniel: Não custa tentar. Eu vou perguntar a ela quando acabar o show.

Daniel: Conseguimos entrar nos estúdios nos fundos do palco, e era o paraiso. Mulheres de seios fartos circulavam por tocos os cantos. Nos sentiamos como se estivessemos
em um ensaio da playboy com a mulher melancia. Enfim encontramos Patrícia e a colocamos contra a parede figurativamente falando.

Daniel: Hora, hora, hora, Patrícia estreaper?
Patrícia: Sabia que você iria se tornar um problema cara? Se manda.
Daniel: Max vai embora, agora eu quero ter uma conversar particular com a Patrícia.
Max: Divirtam - se. Daniel eu vou embora, amanhã te vejo no colégio.
Daniel: E então Patrícia porque trabalha de estreaper?
Patrícia: Porque eu preciso seu idiota? Eu não sei porque você fica me enchendo o saco, já nos conheçemos a quatro anos e você nunca foi homem o suficiente para me pedir em
namoro.
Daniel: E é assim que você supera isso. Poxa eu te amo garota. Mais você não consegue entender isso.

Daniel: Naquele instante Eu e Patrícia fomos para seu camarim pessoal no Clube. Bem, eu não vou contar detalhadamente como foi a minha primeira esperiência sexual, mais só lembro
daquela música da minha cabeça " Até que enfim, até que enfim". Quando terminamos pedi oficialmente Patrícia em namoro. Por mera formalidade, porque o extremo que namorados fazem nos fizemos e em grande estilo. Patrícia parou de se apresentar como estreaper. Ela preferiu trabalhar com cosméticos. Semanas depois nós eramos o casal mais popular do colégio. Todos nos conheçiam e sabiam coisas sobre nós. Dias depois fui chamado para ser zagueiro no Time de Futebol da Escola. E com o tempo ganhei aquela maça muscular que tanto queria, e aquela barriga tanquinho que levavam as meninas a loucura.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Puberadade - 2º Capitulo


Daniel: Os anos foram passando e eu finalmente deixei as minhas atitudes de criança. Foi então que ela apareçeu. Seus olhos eram verdes claros, sua pele era bronzeada cheia de marcas de praia, seus cabelos eram cacheados e bem chamativos. Era o que os mais atrevidos chamariam de gostosa.
Seu nome era Patrícia, mais ela nunca deu bola para os garotos da escola. Que chances teria com ela? Perguntei a mim mesmo.
Mais Patrícia não gostava de homem magrelos e sem personalidade como a maioria. Ela gostava de pitiboys sarados. Foi então que eu tentei me
transformar em uma pessoa assim. Entrando para a academia Fisica & Forma.

Artur: E ai garoto o que você veio fazer aqui?

Daniel: Eu... Eu... Vim me cadastrar. QUero fazer aerobica.

Daniel: Naquele instante Artur gerente da academia, me olho e riu de mim. Ele deve ter achado -"Como uma coisa anã e magricela acha que sobreviver
aqui"? Entretanto respondi como uma voz em um tom grave e bem segura de si.

Artur: Sinto muito criança. Mais aqui é só para adultos. Escutou bem?

Daniel: Escuta aqui o cara. Só porque você toma bomba, para aparentar ser o que não é, não significa que você pode fazer o mesmo com os outros.

Daniel: A resposta de Artur veio a altura. Um belo de um olho roxo. Eu só via estrelas. Quando acordei vi muitas pessoas segurando Artur. Vi então que era hora de vazar. Corria como um foguete. Artur resolveu correr atrás de mim. Eu corria como se a polícia estivesse atrás de mim. Parei para olhar para trás para enchergar quando ele vinhesse. Mais não olhei o poste que estava bem na minha frente. Mais estrelinhas e um longo tempo no chão. Uma velinha me acordou. Com um belo de um balde gelado de água.

Velinha: Coitado, tão jovem e já virou alcoolátra.

Daniel: Não senhora eu só esbarrei aqui e desmaiei.

Velinha: Negação meu filho é o primeiro sintoma de culpa. Olha aqui tem o telefone do AA. Não perca tempo, você precisa se libertar desse vicio.

Daniel: Não dava tempo de tentar converser a vovó de que eu estava falando a verdade. Só olhei para trás e vi Artur em alta velocidade. Eu levantei tão
depressa que não sabia se o coração tinhas saido do lugar. Atravessei a rua em alta velocidade, e esbarrei na última pessoa que eu queria naquele instante.

Patrícia: Ai. Tá louco meu filho?!

Daniel: Me desculpa Patrícia eu não vi vocÊ ai.

Patrícia: Peraí, como você sabe o meu nome? Ahh, já sei você estuda na mesma escola que eu. Bem que eu notei que aquele garoto que eu vi estava babando, e era você.

Daniel: Babando eu? Naquele instante ela me deixou com tanta vergonha que até mesmo uma formiga tinha mais moral do que eu. Desconversei e fui embora. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ir para o quarto. Cudei do meus joelhos ralados. E sabia que apartir daquele dia o único jeito de ganhar músculos é malhando
sozinho.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Puberdade - 1º Episódio



Daniel: Nunca pensei que a puberdade chegasse tão depressa. Nas prateleiras do meu quarto, os brinquedos com que eu passara grande parte da minha infância, davam lugar a aparelhos de última geração. Minha principal diversão, era um videogame. um nitendo ultrapassado fora de linha que eu ganhara quando completei 8 anos de idade. Quando cheguei aos 12, meu singelo nitendo, deu lugar a um computador sofisticado de ultima geração. Mais não eram aparelhos que me preenchiam naquela época. Chegava a hora de eu suprir outra necessidade.

Cristina: Filho você não vai acessar hoje?

Daniel: Não mãe, eu prefiro ficar assistindo TV.

Cristina: Sei? Assistir o Jornal Nacional? Você nunca gostou disso?

Daniel: Naquele momento eu tentei disfarçar. Mais minha mãe logo descobriu do que se tratava. O pior viria no dia seguinte. Após acordar de manhã, tomar um longo banho notei que meu corpo começava a passar por mutações. Pelos cresciam por todas as partes. Nos braços, no pequeno Daniel enfim eu disse comigo mesmo " - Meu Deus é a maldição dos lobsomens". Eu estaria virando o Tony Ramos? Consultei meu pai logo em seguida.

Daniel: Pai?

Francisco: O que foi Daniel? Você quer conversar sobre alguma coisa?

Daniel: É que hoje no banho eu notei que cresciam pelos por toda a parte do meu corpo.

Francisco: Ah, eu sabia que esse assunto iriamos debater algum dia. Filho, é simplesmente normal. Você está passando por uma metamorfose que aconteçe em toda vida de um homem. Naadolescência existe uma coisa chamada PUBERDADE.

Daniel: Isso é alguma doença?

Francisco: Pelo contrário meu filho. Significa que você está crescendo e amadurescendo. Isso mostra que você logo logo está prestes a se tornar um homem, com barba e bigode.

Daniel: E o que mais pode aconteçer comigo?

Francisco: Logo espinhas começaram a crescer por todo o seu rosto, mais não se preocupe porque será passageiro. Agora você têm doze anos e essa fase só chega no máximo até os dezoito.

Daniel: Está bem. Eu vou para a escola. Hoje haverá prova de Trigonometria e não quero me atrasar.

Daniel: Dias depois as espinhas começaram a crescer. Eu começei a entrar em desespero. Nessa fase, as meninas se desgrudavam dos meninos. Andavam sempre em grupo e nunca procuravam se afastar umas das outras. Afinal muitos já queriam dar uma de homem - aranha e subir pelas paredes.

Continua No Próximo Episódio...

sábado, 10 de outubro de 2009


Puberdade é a Web - Série que conta a história de Daniel. Um jovem que passa pela metamorfose da infância a fase adulta em grande estilo. A trama foi muito direcionada ao estilo comediante. 17/10

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Vem ai ,Substituindo "Realidade", Puberdade!


Uma web-serie de 5 capitulos escrita por Harrison Max, dono da TVW.

Não Perca Toda sexta-feira as "Puberdade"